Com a proximidade das eleições, cresce a demanda por serviços públicos digitais, exigindo preparação antecipada da infraestrutura. Testes de carga e monitoramento ajudam a evitar falhas em períodos de pico.
À medida que as eleições se aproximam, aumenta a procura por informações oficiais, documentos, regularizações e serviços públicos digitais.
Uma notícia ou um prazo pode concentrar milhares de acessos em poucas horas, para o cidadão, é apenas mais uma consulta. Para a infraestrutura dos órgãos são autenticações, integrações, bancos de dados e processamento.
O primeiro turno será realizado em 4 de outubro e um eventual segundo turno em 25 de outubro. Mas a preparação tecnológica precisa acontecer muito antes dessas datas.
Por isso, a infraestrutura deve ser avaliada além da demanda habitual. Testes de carga e monitoramento ajudam a identificar gargalos antes do período crítico.
Com o grupo AGINET-DMSTOR, o órgão pode ampliar processamento e armazenamento conforme a demanda, combinando o datacenter local com a capacidade complementar da nuvem.
Em períodos eleitorais, a confiança do cidadão também passa pela capacidade de acessar os serviços públicos quando mais precisa deles.

