Como estruturar um projeto de backup em nuvem que possa ser licitado corretamente, sem deixar brechas técnicas, jurídicas ou operacionais?
Órgãos públicos já entenderam que manter cópias de segurança é indispensável. A dúvida real é outra: como estruturar um projeto de backup em nuvem que possa ser licitado corretamente, sem deixar brechas técnicas, jurídicas ou operacionais?
É nesse ponto que muitos projetos travam. A equipe de TI identifica o risco, sabe que os dados públicos precisam estar protegidos e reconhece que a estrutura atual talvez não seja suficiente.
Mas, na hora de transformar essa necessidade em termo de referência, estimativa de escopo, critérios técnicos, níveis de serviço e requisitos de segurança, surgem as dificuldades.
Afinal, um projeto de backup em nuvem não pode ser descrito apenas como “armazenamento de dados”. É preciso definir política de retenção, volume estimado, frequência das cópias, criptografia, tempo de restauração, testes periódicos, cópias imutáveis e critérios mínimos para garantir que o órgão realmente consiga recuperar suas informações quando precisar.
A Aginet é parceira nesse processo do início ao fim: com uma visão técnica e consultiva, mapeando requisitos essenciais e identificando dos pontos que precisam ser considerados para que a contratação seja mais clara, segura e compatível com a necessidade real da instituição.

